Os economistas Robert E. Hall e Michael Woodford receberam o prêmio Nobel de Economia 2026 pelos estudos sobre as bases microeconômicas da estabilização macroeconômica.2 imagensFechar modal.1 de 2Economistas Robert E. Hall e Michael Woodford receberam o prêmio Nobel de Economia 2026Reprodução/Academia Real das Ciências da Suécia2 de 2Robert E. Hall e Michael Woodford, vencedores do Prêmio Nobel de Economia 2026 Reprodução/Academia Real das Ciências da SuéciaO anúncio foi feito nesta segunda-feira (12/10) pela Academia Real das Ciências da Suécia, responsável pelo prêmio. Leia também MundoPrêmio Nobel da Paz vai para jurista sul-africana Navanethem “Navi” Pillay EntretenimentoEscritora canadense Anne Carson vence o Prêmio Nobel de Literatura de 2026 CiênciaNobel de Química vai para Henri B. Kagan e Kenso Soal CiênciaNobel de Física vai para Francis Halzen por descoberta sobre neutrinos Ambos desenvolveram novos modelos macroeconômicos que aprimoraram a capacidade de implementar políticas de estabilização eficazes, viabilizando medidas de política fiscal e monetária adotadas no momento oportuno, capazes de reduzir a intensidade de oscilações prejudiciais na economia, principalmente em tempos de crise.“O trabalho dos laureados nos proporcionou uma base teórica sólida para os modelos que hoje são utilizados por bancos centrais e governos em todo o mundo”, destacou John Hassler, presidente do Comitê do Prêmio de Ciências Econômicas.“Graças a eles, estamos mais bem preparados para lidar com choques na economia, como crises energéticas ou mudanças repentinas nos padrões de consumo das famílias.”Referências na economiaRobert E. Hall é um dos principais nomes da macroeconomia moderna. Nascido em 1943, em Palo Alto (Califórnia), obteve doutorado pelo MIT em 1967 e tornou-se professor da Universidade Stanford. As pesquisas dele sobre ciclos econômicos, desemprego e comportamento dos consumidores ajudaram a moldar a compreensão da dinâmica das economias modernas.Michael Woodford, nascido em 1955 em Chicopee (Massachusetts), concluiu seu doutorado no MIT em 1983 e é professor da Universidade Columbia. Considerado uma referência em política monetária, desenvolveu estudos que mostram como as expectativas de consumidores e empresas influenciam inflação e juros, exercendo influência sobre a atuação dos bancos centrais nas últimas décadas.










