O policial penal Felipe Arthur Bugni, de 40 anos (foto em destaque, à direita), foi preso em flagrante por suspeita de matar a esposa Aline Alves Bugni, de 31, (foto em destaque, à esquerda) com um disparo na cabeça na noite desse domingo (27/9) em Cajamar, na região metropolitana de São Paulo. Apesar de preso por possível envolvimento no crime, o caso é tratado como morte suspeita.A filha do casal, de 6 anos, teria presenciado o crime, segundo afirmou uma fonte da Guarda Civil Municipal (GCM) ao Metrópoles.O crime aconteceu na casa da família no bairro Residencial Eldorado. Antes do disparo que matou Aline, vizinhos ouviram o casal discutindo. A briga se estendia desde o início do dia desse domingo.Após o disparo, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas a vítima foi encontrada já morta. A GCM de Cajamar foi chamada porque o policial penal ainda estava armado após a morte da esposa.3 imagensFechar modal.1 de 3Buraco na parede causado por disparo de arma de fogo.Reprodução.2 de 3Duas armas e quatro carregadores foram apreendidos pela Polícia Civil, que investiga o caso. Reprodução.3 de 3Projétil foi encontrado em cima da cama do casal. Reprodução.Familiares de Aline foram à casa onde ocorreu o crime. O pai da mulher, sogro de Bugni, foi agredido ao confrontá-lo sobre o ocorrido.Aline e o policial penal estavam casados há 10 anos.Assim que foi comunicado sobre sua prisão, Bugni alegou que a esposa atentou contra a própria vida.Exames da Polícia Científica vão determinar e confirmar o trajeto do projétil, encontrado em cima da cama, e apontar se a vítima, que era professora, foi quem atentou contra a própria vida ou se foi morta pelo companheiro. Leia também Alfredo HenriqueRota terá de entregar câmeras após réu do caso Pimentel alegar tortura São PauloSistema de ônibus sob investigação em SP segue caótico para passageiros São PauloBets que continuarem no ar serão derrubadas e terão dinheiro confiscado São PauloMais de 500 municípios de SP não têm Delegacia de Defesa da Mulher HistóricoFamiliares de Aline prestaram depoimento na delegacia. Segundo eles, a mulher relatava já ter sofrido violência doméstica, mas tinha receio de romper o relacionamento.Um irmão da vítima citou quatro episódios de agressões que ela teria sofrido durante o relacionamento.O policial penal vai passar por audiência de custódia nesta segunda-feira (28/9). A Corregedoria da Polícia Penal acompanha o caso.











