Mirelle Pinheiro

Segundo a PF, os crimes teriam sido cometidos para intimidar e constranger a vítima a interromper manifestações políticas nas redes sociais

Letícia Guedes

28/09/2026 09:02, atualizado 28/09/2026 09:04

PF/Divulgação

Uma operação foi deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta segunda-feira (28/9) para aprofundar investigação sobre um caso de coação eleitoral, ameaça e abuso de autoridade em Colinas (MA). As apurações indicam que a vítima e os suspeitos apoiavam candidaturas distintas no pleito de 2026 e, por isso, ela teria sido submetida a violência sexual e ameaças.

De acordo com a corporação, os crimes teriam sido cometidos como atos de intimidação para constranger a vítima a interromper manifestações políticas em redes sociais.

Batizada de Habeas Votum, a ação policial cumpre dois mandados de prisão temporária, três mandados de busca e apreensão domiciliar e dois mandados de busca pessoal. Também foi determinado o afastamento cautelar de função pública e a suspensão do porte de arma de fogo de dois investigados.

Diante da possível vinculação entre os atos de intimidação, o exercício abusivo da função pública e as divergências político-eleitorais existentes entre os envolvidos, a investigação tramita sob supervisão da Justiça Eleitoral.
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Batizada de Habeas Votum, a ação policial cumpre dois mandados de prisão temporária, três mandados de busca e apreensão domiciliar e dois mandados de busca pessoal
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Caso ocorreu no Maranhão
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De acordo com a corporação, os crimes teriam sido cometidos como atos de intimidação para constranger a vítima a interromper manifestações políticas em redes sociais
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A PF informou que as medidas têm por finalidade preservar as fontes de prova, impedir eventual continuidade das condutas investigadas e resguardar a segurança da vítima
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A investigação tramita sob supervisão da Justiça Eleitoral
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A PF informou que as medidas têm por finalidade preservar as fontes de prova, impedir eventual continuidade das condutas investigadas e resguardar a segurança da vítima e de terceiros.
Os investigados poderão responder pelos crimes de coação eleitoral, estupro, associação criminosa armada, ameaça e abuso de autoridade, além de outras infrações penais conexas que venham a ser identificadas durante a investigação.
“A Polícia Federal ressalta que a apuração permanece em andamento e que as responsabilidades individuais somente serão apontadas após a conclusão das diligências de investigação, em relatório final”, informou a corporação.


