É o bicho!

Segundo a veterinária Sylvia Rocha, os petiscos para cães devem ser oferecidos sem prejudicar a alimentação e o peso do animal; veja dicas

Gabriela Francisco

27/09/2026 02:00

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A maioria dos cães adora petiscos. No entanto, por conta da variedade disponível no mercado, alguns tutores têm dúvida sobre qual comprar ou quando oferecê-los. Por isso, o Metrópoles conversou com a veterinária Sylvia Rocha Silveira Pires, que deu detalhes sobre o tema.

De acordo com a profissional, os melhores petiscos são aqueles com ingredientes de boa qualidade e composição simples. Também é possível utilizar alguns alimentos naturais como snacks.

“Isso inclui pequenos pedaços de cenoura, maçã sem sementes, banana ou frango cozido sem tempero. O importante é escolher opções adequadas ao tamanho, à idade e às condições de saúde do animal.

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Quais ingredientes devem ser evitados?
Segundo a médica veterinária da Afya São João del Rei, o ideal é evitar alimentos tóxicos para cães, como chocolate, uvas e uvas-passas, cebola, alho e produtos que contenham xilitol.
Também é interessante evitar petiscos gordurosos, salgados ou com excesso de ingredientes e aditivos.
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“Se após o consumo o animal apresentar vômito, diarreia, gases, coceira, vermelhidão na pele ou alterações nas fezes, o petisco deve ser suspenso e, principalmente se os sintomas forem intensos ou persistentes, o médico veterinário deve ser consultado”, orienta Sylvia Rocha.
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Quantidade ideal
De acordo com a veterinária, existe, sim, uma quantidade ou frequência ideal para oferecer petiscos sem prejudicar a alimentação e o peso do animal. Afinal, a “recompensa” deve ser um complemento, e não substituir a alimentação principal.
“De maneira geral, recomendamos que os petiscos não ultrapassem 10% das calorias consumidas pelo cão ao longo do dia. O excesso, mesmo de um petisco de boa qualidade, pode favorecer ganho de peso e desequilibrar a dieta”, conclui Sylvia Rocha Silveira Pires.


