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O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, destacou que a reunião de domingo com autoridades chinesas sobre comércio e inteligência artificial foi “muito bem-sucedida”, acrescentando que ambos os lados discutiram uma maior comunicação sobre as ameaças relacionadas à IA.

O secretário do Tesouro dos EUA Scott Bessent durante coletiva de imprensa Foto: Melissa Sue Gerrits

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“Acabamos de ter um encontro muito bem-sucedido com os chineses sobre comércio e IA”, disse Bessent aos repórteres após a reunião com o vice-primeiro-ministro chinês He Lifeng, antes da cúpula de alto nível que ocorrerá na quinta-feira, 24, em Washington entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e seu homólogo chinês, Xi Jinping.

Com relação à inteligência artificial, Bessent afirmou que os EUA propuseram “um mecanismo de notificação entre os dois países, e queremos uma visão compartilhada de objetivos e ameaças comuns”.

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A reunião, que também contou com a participação do representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, durou cerca de oito horas e preparou o terreno para possíveis acordos sobre comércio, inteligência artificial e outros temas antes de uma cúpula dos principais líderes dos dois países.

Bessent e He também conversaram individualmente durante o encontro, realizado na sede do banco JPMorgan Chase, em Nova York.
O dirigente chinês Li Chenggang, que tinha sido promovido a um cargo de alto escalão como representante de comércio internacional pouco antes das reuniões, também esteve presente. Greer acrescentou que é “imperativo que sejamos capazes de trabalhar juntos”.
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Ambos os lados buscam aliviar as tensões em relação ao comércio, à tecnologia e a outras preocupações estratégicas. Isso inclui a possível prorrogação de uma trégua comercial e a criação de salvaguardas para o desenvolvimento da inteligência artificial.
Autoridades americanas também querem garantir a continuidade do fluxo de ímãs de terras raras e minerais críticos, que são vitais para os fabricantes dos EUA.
Reuniões em nível técnico poderiam continuar até a segunda-feira, disse anteriormente à AFP uma fonte familiarizada com as discussões.
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Negociações anteriores levaram a China a se comprometer com a compra de produtos agrícolas dos EUA, e o cumprimento desses compromissos também pode estar sob escrutínio./AFP
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